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Maristela

Autonomia e independência

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“Meu nome é Maristela Mendes, eu trabalho na Fundação Dorina, na área de captação de recursos e eu tenho baixa visão.

Baixa visão é quando a gente enxerga, no melhor olho, menos de 30%. A minha reabilitação nessas clínicas de visão subnormal foi fundamental para que hoje eu tivesse uma autonomia, uma independência. Porque eu me recordo, como eu perdi a visão com sete anos, eu me recordo que fazia aqueles testes para ficar visualizando as coisas, tampando um olho, exercício de perto, exercício de longe…

E, às vezes quando você é criança e passa por isso, você não entende o porquê daquilo. Você só quer brincar. Mas hoje eu vejo o quanto isso me ajudou a aproveitar o pouco de visão que eu tenho e conseguir fazer tanta coisa que eu consigo fazer.

Quando eu falo para as pessoas que me formei em recursos humanos, fiz minha pós em gestão de projetos, que eu trabalho, que eu estudo, que eu moro sozinha, que eu me maquio sozinha e, assim como a Dona Dorina, sou super vaidosa, gosto sempre de estar me arrumando, as pessoas falam: ‘Nossa, mas você consegue fazer tudo isso e você não enxerga!’. E eu falo ‘Nossa, a gente consegue fazer tudo, praticamente. E o que a gente não consegue fazer, sempre tem uma adaptação, um recurso’.

Para mim é muito gratificante hoje poder trabalhar aqui na Fundação Dorina, captando recursos para projetos tão grandiosos como esse de reabilitação, produção de livros e tantas outras coisas bacanas que nós fazemos aqui”

Dorina 100 anos

Esta é uma das 13 histórias que ilustram o Calendário Acessível 2019 da Fundação Dorina, que celebra o centenário de sua fundadora. Dorina Nowill faria 100 anos no dia 28 de maio de 2019.

Hoje, a instituição que leva seu nome oferece atendimento gratuito nas áreas de Reabilitação, Educação Inclusiva e Empregabilidade para milhares de pessoas cegas ou com baixa visão, além de possuir uma das maiores gráficas braille do mundo.

Para conhecer mais histórias de vida acesse nosso acervo